já leram.


C.A.H. 7


Confesso que eu acordei meio totalmente perdida. É isso o que acontece quando você resolve comemorar o primeiro lugar nas rádios da banda do seu namorado com os três amigos malucos dele. Acontece que comemoração com o McFLY... Ou era churrasco, ou era pizza ou era bebedeira. Nós achamos que era especial demais e que deveria ser tudo isso junto.
Eu não sabia onde eu estava quando acordei. Demorou pra conseguir lembrar o que havia acontecido à tarde (porque eu não lembrava uma vírgula da noite) e que eu havia passado à noite na casa de , bebendo e comendo, uma ótima maneira de engordar entre amigos. Isso tudo seria normal se o lugar ao meu lado da cama, bagunçado e vazio, estivesse com um par de olhos azuis me encarando.
Por Deus, eu estava vestida, agradeci quando me levantei. Isso significava que eu e havíamos bebido o suficiente para nos ignorarmos e cairmos na cama pra dormir. Isso também significava que minha cabeça, que parecia gritar de tanto que doía nesse momento, me perturbaria pelo resto do dia se eu não fosse comer e tomar um comprimido para acalmá-la nesse segundo.
Prendi meu cabelo com uma caneta para tentar parecer mais apresentável para as pessoas, mesmo que essas pessoas já tenham me visto muito pior e que provavelmente estavam muito pior que eu no quesito apresentação.
Desci as escadas tentando identificar a voz de dentre todas as lamúrias que eu ouvia da cozinha. Acabei por identificar todas as vozes, mas a dele não estava por ali. Estranho.
- Bom dia - Eu murmurei, assim que entrei na cozinha.
Pra minha decepção, eu ainda tinha um bom ouvido e não se encontrava nela. Ótimo, eu não o queria mesmo.
Mentira. Eu queria. Cadê meu ?
- Péssimo dia - Esse foi o "bom dia" de .
- Dia dolorido - Foi o que conseguiu resmungar.
- Toma - me ofereceu uma bandeja com bacon, torradas, leite e comprimidos. Era disso que eu precisava!
Seitei-me ao seu lado e peguei minha bandeja. Passei geléia na minha torrada e a engoli em duas mordidas. Encarei jogado sobre a mesa, gemendo pela dor de cabeça. Bom, eu ao menos não estava pior que ele.
Olhei a minha volta, nenhum sinal de ou de que ele havia tomado café ali. Estranho demais.
- - Eu chamei. Ele demorou um pouco para balançar a cabeça e me informar que estava ouvindo e, quando o fez, acabou com uma careta de dor (de cabeça) pelo movimento - Você sabe do ?
levantou a cabeça e encarou , que piscou, procurando a resposta. tossiu, tentando fazer com que os dois fossem mais discretos, mas acabou sendo o menos discreto de todos eles. Tinha algo muito errado.
- Ele teve que sair urgente - respondeu, arregalando os olhos para e , para que eles o ajudassem. Os dois apenas deram de ombros, sem saber o que falar. - Disse que vinha te buscar à noite.
Definitivamente tinha algo muito errado e eles estavam sendo totalmente complacentes com isso. E se minha cabeça não estivesse doendo tanto, eu poderia pensar muito melhor e descobrir com total facilidade o que estava acontecendo. Até porque eles não estavam disfarçando tão bem assim, certo?
- Me buscar? - Eu perguntei, mais confusa que desconfiada. - Eu não posso ir pra casa sozinha?
A resposta foi rápida, alta e uníssona.
- NÃO! - berraram ao mesmo tempo.
Tão discretos...
Lembrar-me de nunca confiar um segredo a esses três.
- Por quê? - Eu questionei, quase na mesma hora.
Eles se entreolharam. Tudo estava muito suspeito e esquisito. Por que havia saído sem me avisar ou me deixar um bilhete? Ele nunca havia feito isso! E por que esses três panacas estavam agindo tão estranhamente? Só podia ter algo MUITO errado.
- Nós... Precisamos de você aqui - Arriscou .
Franzi a testa pra eles. Encarei um a um, tentando entender o que estava se passando por debaixo daquelas mentiras ao café da manhã. estava corado demais, nem conseguia olhar pra mim por mais de um segundo. Se não respondesse coisas sensatas às minhas perguntas, eu teria certeza absoluta que eles estavam escondendo algo muito importante e grande porque era exatamente assim que eles reagiam às mentiras.
- Pra quê? - Perguntei.
chegou a se endireitar na cadeira, tentando ganhar uma postura inteligente e altiva. Parecia que ele ia dizer algo realmente muito importante e especial. Cheguei a pensar que eu estava paranóica desde o episódio do sutiã e que nada demais estava acontecendo. É claro, isso foi antes de abrir a boca. Ele sempre estragava tudo e, como de praxe, eu mudei de idéia instantaneamente.
- Pra ajudar a gente a afinar os instrumentos!
Se e tivessem o poder de controlar meteoros, um teria caído na cabeça de nesse momento. Eles tentaram disfarçar, mas eu pude ver batendo levemente em sua própria testa e batendo com a cabeça de leve na mesa. Por outro lado, os olhava confuso, tentando entender o que havia de errado.
Conclusão lerda e desnecessária do dia: Algo MUITO errado estava acontecendo e eu não gostava NEM UM POUCO disso.
- - Eu chamei-o, com dó da cara fofa e confusa que ele fazia. Ele atendeu-me, desesperadamente, louco pra entender o que se passava. Tão desesperado que esperava que eu pudesse dizer. Eu, que sabia bem menos que ele sobre as coisas erradas que estavam acontecendo ali - Eu não sei tocar nada, muito menos afinar.
Ele fez um bico de entendimento e logo mudou as feições para 'fui pego no flagra em um péssimo momento'.
- Ah, mas a gente ainda precisa de você! - Ele tentou consertar.
Tarde demais, .
Eu não sabia se ria por estar tão atrapalhado ou chorava porque não fazia idéia de onde estava e no que ele estava fazendo. Era triste. E o pior de tudo era que por mais que eles se enrolassem, aqueles três eram bons amigos demais pra abrir a boca pra mim. Eu não saberia de nada por eles, certificara-se de ter amigos bons.
Tomei meu comprimido com o leite, quase derrotada. Minha cabeça estava pesando demais, não só pela bebedeira, mas também pelo meu esforço de entender o que estava se passando. Pedi licença e deixei que eles ficassem ali na cozinha, sozinhos, pensando em um plano B pra mentirem pra mim. Deitei-me no sofá da sala (que ainda estava um caos pela festa de ontem à noite). A primeira coisa que aconteceu assim que eu realmente senti-me sozinha foi sentir uma lágrima solitária de medo dançar pela minha bochecha.
Eu, definitivamente, era insegura demais. Por mais que dissesse ao menos três "eu te amo" por dia, eu ainda imaginava e tinha medo que ele pudesse procurar por outra garota e eu o perdesse. O fato de ele ter uma banda famosa e ser o garoto mais bonito dela (na minha humilde opinião) só agravava isso.
Não que os outros garotos fossem feios. Pelo contrário: eles eram absolutamente lindos! Mas o ... Ah, o era perfeito demais! Eu não culparia nenhuma garota por cair de amores por ele, mas eu tinha medo que qualquer uma delas fizesse o coraçãozinho dele bater mais forte por elas que por mim e que elas o roubassem de mim. era meu tudo. Eu não saberia como reagir e viver sem ele.
A algazarra se fez a minha volta logo em seguida. Eles não eram nem um pouco discretos e eu logo entendi que a idéia era não me deixar pensar um segundo sequer, me distraindo com confusão e risadas.
O plano, na verdade, se baseava em filmes. E filmes, pra eles, se resumiam em De volta para o futuro e Star Wars. Eu acreditava que eles teriam que ligar para o hospício em breve, porque eu enlouqueceria de tanto assistir àqueles filmes. Eu simplesmente não entendia como eles não enjoavam de ver e rever e continuar vendo...
Afundei minha cabeça nas almofadas nos primeiros minutos do primeiro filme e começou a fazer cócegas em meus pés, o que resultou em uma crise de riso, uma guerra de almofadas e, como conseqüência, muita pipoca espalhada pela sala.
Eu mal vi o tempo passar. Eles eram realmente bons nisso. Quero dizer, em me distrair, não em disfarçar a merda que estavam fazendo. E enquanto eles gargalhavam e falavam baboseiras, eu ria por fora e me preocupava com por dentro.
Ele não deu sinal de vida até o final da tarde. e estavam travando uma luta mortal pelo controle remoto da TV quando a porta de entrada se abriu com um ruído e o vento trouxe o perfume inebriante dele pra mim. Eu estiquei o pescoço no mesmo segundo, tentando olhar para onde a porta da sala pegava o hall e ele surgiu no meu campo de visão ao mesmo tempo em que , e saiam dele, dando tapinhas nas costas de , passando a bola pra ele. A bola, no caso, era eu. E tudo era culpa da pizza e do churrasco.
Eu encarei-o e ele sorriu pra mim. Franzi a testa ao vê-lo de banho recem-tomado e arrumado demais pra ficar em casa. Quanto mais eu convivia com ele, mais eu tinha certeza de que ele deveria realmente procurar outra garota. Veja só, lá estava eu com a mesma roupa da festa do dia anterior, com o cabelo todo despenteado e jogada desleixadamente no sofá. Já estava lindo e perfeito em calça e blusa social, todo perfumado e... lindo.
Espera aí! Calça e blusa social? Que dia é hoje?
Eu não tive tempo de pensar. Nem condições físico-psicológico-gravitacionais. se aproximou rapidamente de mim com um sorriso enlouquecedor, sentando-se no sofá na altura da minha cintura e curvou-se para me beijar.
Devo dizer que eu senti um alivio temporário tremendo por ele ter me beijado, por ele ainda continuar querendo me beijar. Isso podia não significar nada, mas a maneira com que ele me beijava, doce e carinhosamente, eu tinha certeza de que eu era única, que ele me amava e que eu era totalmente tola de duvidar disso. Ele se certificava que eu tivesse essa certeza a cada segundo que passava ao meu lado, era quase mágico. Mas a cada segundo que eu passava longe dele... Minha mente me pregava tantas peças! Eu devia confiar mais na minha memória.
O beijo encerrou-se por si só, mas eu não pude soltar . Eu ainda, depois desses seis meses da mais certeza absoluta que era a mim que ele desejava, tinha medo que ele evaporasse entre meus dedos, como um sonho real demais, mas lá estava ele, todas as vezes que eu abria os olhos, sorrindo pra mim o meu sorriso especial. Ele era meu e ele deixava isso bem claro pra mim. E eu continuava sendo a mesma boba e insegura de sempre.
Mas, espera aí! Seis meses?!?!?!?!
- Onde você estava? - Eu não segurei a pergunta.
Ele não a respondeu, a principio. Seus lábios, totalmente distrativos, procuraram os meus mais uma vez. Ai, delícia, eu nem ligaria se ele quisesse me distrair o dia inteiro.
encerrou o beijo com o melhor e mais confiante dos sorrisos. Ele brincou com meu cabelo, olhando-me apaixonadamente, colocando-o atrás da orelha. Eu fechei os olhos, cega de tanto olhar naqueles olhos azuis hipnotizadores e encostei meu nariz no dele, que, com uma risada gostosa e envolvente, começou a balançar o rosto de um lado para o outro, fazendo com que nossos narizes se acariciassem.
- Trouxe algo pra você. - Ele disse, por fim.
Um presente? Perguntei-me, encarando o pacote que ele me estendia. encarou-me a abrir.
Eu só queria pular em cima dele e arrastá-lo para um quarto de tão lindo que ele estava, mas eu estava tentando me controlar e me comportar por estar na casa de . Eu não fazia o tipo que curtia sexo na casa dos outros, eu hein. Eu achava mega esquisito... Mas excitante. Ops...
Tentei tirar cada um dos durex com cuidado para não rasgar o papel. Eu gostava de guardar o papel inteiro embaixo da cama, sabe qual é? Pro caso de ter que dar um presente pra alguém e não ter o embrulho (a gente nunca sabe quando vai precisar!), mas a minha calma e cautela pareceu apenas irritar terrivelmente. Eu só o tinha visto assim tão selvagem com as minhas roupas, o que não era tão esquisito assim, já que meu presente era um um vestido. Um vestido que, pelo que eu podia ver, não era pra sair por aí. Eu tinha quase certeza, com ele, que seja lá o que estava aprontando, era em casa.
- Um vestido? - Eu questionei, estranhando.
apenas riu e entendeu o vestido em cima das minhas coxas, provavelmente imaginando como elas ficariam dentro dele e alisou-o (confesso que ele alisava mais as minhas coxas que o vestido). Ele não fazia o tipo que dava roupas. gostava de me presentear com flores, CDs e DVDs, não vestidos de gala.
- Quero que você o vista agora - Ele me pediu, usando meu sorriso favorito pra me convencer. Maldito. - E coloque isso... - Ele pegou mais um pacote de presentes da sacola que segurava - por baixo. - Completou, sussurrando tão safadamente que eu quase desmaiei. Fiz que ia abrir o pacote pra saber o que era, mas ele segurou minhas mãos - Melhor só fazer isso no banheiro - Aconselhou-me.
Corei, levemente enquanto ele me passava a sacola com um kit sobrevivência: toalha, escova de dente, sabonete e cremes pro cabelo. Bom que ele pensava em tudo. Concordei com a cabeça, curiosa para abrir o pacote.
Olhei para os presentes de , tentando entender. Olhei para e de volta para os presentes, nada me vinha. Além de passar o dia inteiro assustada, eu só podia ser tapada pra não saber o que estava se passando. Parecia muito importante.
- Eu esqueci algo muito importante, não é? - Perguntei, timidamente.
riu e me beijou tão lenta e carinhosamente que eu tive vontade de morrer por estar tendo aquilo, que eu não merecia. Abracei-o com força, com medo que aquilo não durasse para sempre.
Uma eternidade de sexo enlouquecedor e de bom gosto. Essa era a vida que eu queria pra mim.
- Não é como se você fosse exatamente boa com datas, certo? - Ele sorriu.
Datas. Era meu aniversário? Não, eu só fazia aniversário em três meses...
Então só podia ser... Seis meses. É, por mais que tenha passado rápido demais, só podia ser nosso aniversário de três meses de namoro. Que idiota, era eu, pra esquecer isso! Estúpida!
- Eu não comprei nada pra você - Eu confessei pra ele, que apenas riu.
- E precisa? - Ele questionou, beijando-me um beijo rápido demais para que tivesse gosto - Você já me deu você, isso me parece suficiente. Com problemas pra lembrar datas e tudo.
Ele ria, parecia se divertir, mas eu corei, extremamente envergonhada. Eu devia ser a única garota no mundo que não sabia de cor (e não tinha certa obsessão) a data do inicio do namoro. E, de todas as garotas que nunca esqueceriam a data que sorrira pra elas pela primeira vez, ele estava presenteando a retardada que esquecera o aniversário de seis meses de namoro. Por que ele estava comigo mesmo?
- Eu sou tão estúpida - Sussurrei.
Não era pra ele escutar, mas ele, é claro, havia escutado e corrigiu-me prontamente.
- Não! - Ele disse - És tão linda! - Exclamou, contente, segurando o meu rosto entre suas mãos. Foi lindo e eu não consegui não corar - E vais ficar ainda mais linda se fores vestir meus presentes! Anda! - Apressou-me.
Eu ri e levantei-me. Ele segurou minha mão até que ela não estivesse mais ao alcance dele, sentado ao sofá.
Tão lindo, tão gostoso! Tão meu há seis meses!
Não me surpreendi em encontrar , e tentando escutar a conversa da saída da sala. Apenas soltei uma gargalhada enquanto eles coravam e se enrolavam em falar coisas sem sentido pra mim, como se todos estivessem ido ao banheiro ao mesmo tempo ou um gato perdido pela casa, perseguindo um rato e sendo perseguido por um cachorro que eles estavam tentando pegar. Ahan, ta bom, Tom e Jerry.
Subi às escadas, ignorando todas as coisas bizarras que eles falavam pra mim e me tranquei no banheiro pra me arrumar. Confesso que meu banho foi mais rápido do que eu realmente precisava, mas eu estava me roendo de curiosidade pra saber o que estava aprontando. Enrolada na toalha e sentada no vaso sanitário fechado, eu finalmente resolvi abrir meu presente.
Não era tão “constrangedor” assim. Era apenas uma lingerie que combinava com vestido. Aliás, de muito bom gosto. Eu poderia deixar escolher mais lingeries, ele sabia o que escolher, com certeza.
Fechei a cara imaginando que isso poderia ser experiência com as outras sete garotas.
Vesti-me o mais rápido que pude e confesso que quase cai na escada, descendo, por causa do vestido. Eu não estava muito a vontade com a aquela abertura na tão grande coxa, mas eu sabia que iria adorá-la, então não abri o bico sobre ela.
esperava-me, não à sala, mas à porta da casa. Ele abriu um sorriso do tamanho do mundo quando eu, finalmente apareci no hall. Fingi não notar , e esticando a cabeça da cozinha pra saber o que estava acontecendo. Fofoqueeeeiros.
- Linda – disse, pegando minha mão.
Eu já devia ter me acostumado, mas era simplesmente impossível, eu ainda corava com os elogios dele. Então, apenas deixei que ele me abraçasse pela cintura e eu segurei as golas de sua camisa como se fosse ajeita-las e deixei que ele me desse um selinho rápido, como se ambos os lábios estivessem ardendo em chamas, mas sendo impossivelmente tentadores de resistir.
- Eu que sou linda? – Eu disse – Você já tentou se olhar no espelho.
jogou a cabeça para trás, tão deliciosamente rindo como eu adorava. Era inevitável que meus olhos não brilhassem com aquela cena tão doce.
- Ótimo, eu também sou linda – Ele brincou, abrindo a porta.
Foi a minha vez de gargalhar, enquanto ele me arrastava para fora da casa e em direção ao carro que eu já conhecia tão bem.
- Você entendeu o que eu disse – Eu murmurei.
apenas concordou com a cabeça, parecendo vigiar os vizinhos para que nenhum se atrevesse a me secar por causa daquele vestido.
Tive mais certeza que nunca que iríamos pra casa.
passou a viagem inteira mordendo o lábio. Eu só entendi quando ele estacionou e eu percebi que ele estava meio que olhando para a abertura do meu vestido e que ele passara todo o caminho olhando pra mim por rabo-de-olho.
Respirei fundo e olhei pra ele, só pra perceber que ele agora encarava-me, com um sorriso. Ele soltou o cinto e curvou-se para mim, grudando nossos lábios carinhosamente. Eu tentei abraçá-lo, mas o meu cinto de segurança não permitia que eu fizesse isso corretamente (ou do jeito que eu queria).
O beijo não durou o suficiente e, antes que eu pudesse abrir os olhos, ele havia dado a volta no carro e estava abrindo a porta pra mim. Seu sorriso fez-me sorrir tão idiotamente que eu tentei sair do carro para beijá-lo sem tirar o cinto. Resultado não muito bom.
riu do meu momento bobo e curvou-se sobre mim, encostando seus lábios nos meus em um selinho fofo enquanto me soltava do carro. Ele se afastou, deixando a mão à minha altura para que eu pudesse me apoiar nele para sair.
Eu não conseguia tirar os olhos dele. Eu não me importei de onde eu estava pisando porque eu simplesmente não conseguia piscar. Meus olhos estavam grudados nos dele e, só por isso, acompanhei seu olhar quando meu vestido caiu pelos lados da minha coxa, deixando-a totalmente exposta. Sorri de lado, entendendo que a noite seria muito longa... E deliciosa.
Ele abraçou-me, não se contendo, e eu senti seus lábios em meu pescoço, enquanto ele fechava a porta do carro e encostava-me nela, uma mão deslizando levemente pela abertura da minha cintura enquanto a outra estava parada, deliciosamente, espalmada em minhas costas, na altura da minha cintura.
Ele tirou o rosto do meu pescoço, encostando o nariz no meu, suspirando lindamente.
- Você é completamente maravilhosa - Ele sussurrou.
Eu? Maravilhosa? Ele havia esquecido de se olhar no espelho antes de sair de casa?
Sorri de lado, deixando algumas memórias virem à tona. Eu não contive a vontade de dividí-las com .
- Maravilhosa, não é? - Eu disse, sorrindo. - Você sabia que eu costumava arrumar desculpas pra passar a mão em você?
Ele levantou a sobrancelha, dando um passo pra trás. Irresistívelmente gostoso. Se ele tivesse caninos um pouco maiores, seria paixão mundial. Ainda bem que ele não os tinha e não brilhava ao Sol.
- Eu percebi - Ele murmurou - Eu fazia isso também.
Ele segurou a risada por alguns momentos, mas acabamos os dois rindo das nossas idiotices. Ele ainda ria quando eu suspirei, passando o braço por seu pescoço, abraçando-o.
- Eu achava que você nunca ia olhar pra mim - Confessei.
Senti sua risada fraca em minha orelha e seus lábios encostaram em meu ombro.
- Eu te olhava todo santo dia e achava que eu nunca ia conseguir você.
- Ele sorriu - E aqui estamos nós, huh? Comemorando nosso aniversário de seis meses na nossa casa... - Eu mordi o lábio, encantada e pisei em cima dos seus tênis all star para lhe alcançar a boca.
Beijei-lhe docemente, mas ele impediu-me de aprofundar o beijo, tirando seu pé debaixo do meu e pegando minha mão - Vem, vamos entrar.
Tropecei em meus próprios pés, de tão nervosa que estava, enquanto ele me puxava até a entrada da casa. Ele passou a chave sem falar nada e a trancou atrás da gente, assim que entramos.
Eu estava ansiosa, curiosa com o que ele passara o dia fazendo e estava quase indo explorar a casa por mim mesma quando senti sua mão entrelaçou na minha e puxou-me até a cozinha.
Eu parei de respirar.
Tinha um jantar simplesmente estupendo na nossa mesa de jantar, um jantar que duraria pelo resto da semana, à luz de velas.
- Nossa, , eu... - Não consegui criar uma frase suficientemente boa.
riu e beijou meus lábios.
- Eu sei, eu sei - Ele continuou rindo - Vamos comer.
Eu sentei-me na cadeira e senti-a magicamente chegando para frente, só então percebendo que era fazendo isso. Sorri pra ele quando ele sentou-se em meu lado e esticou a mão, dizendo que eu poderia me servir.
Peguei um pouco de arroz e de pernil. Acho que queria que eu comesse mais coisas, como ele fazia, mas eu estava sem fome, pensando no que faríamos um pouco mais a frente na noite.
ofereceu-me uma taça de vinho e eu sorri, entendendo que ele queria me deixar um pouquinho bêbada. Beberiquei meu vinho lentamente, entre uma garfada e outra, sentindo a mão de em minha coxa pela fenda do vestido.
- Isso está maravilhoso - Eu disse, achando que estavamos em silêncio por tempo demais.
Ele sorriu, apertando minha coxa com mais força, em agradecimento. Senti o arrepio costumeiro pela minha coluna e sorri ainda mais nervosa.
Por que aquilo tudo? Era só o ? Será que eu nunca conseguiria me sentir "normal" ao lado dele?
- Obrigado - Ele mordeu o lábio e eu achei a coisa mais linda do mundo.
- Eu acho que não é o melhor momento para falar sobre isso, mas... Eu estou enrolando pra te contar... - Eu levantei o olhar do prato, meu coração disparado no peito - Eu e os meninos vamos sair em turnê mês que vem.
Ah, não. Mais tempo sem ?
Tentei não soar muito decepcionada quando perguntei:
- Quanto tempo?
Ele sorriu tristemente. Sinto que não consegui disfarçar.
- Um mês - Ele respondeu - Por isso quero aproveitar cada segundo com você antes de ir.
Eu demorei pra piscar, o sorriso lerdando minhas reações faciais. Ou seria o vinho? Bebi-o.
- Um mês – Eu murmurei, mais pra mim que pra ele.
ouviu. Eu sabia que ele estava chateado com isso ou não teria enrolado tanto a me contar, a poupar-me de ficar chateada como ele. Eu também sabia que se eu não fosse começar a faculdade em três semanas, ele teria proposto que eu fosse junto, como parte da banda.
- Vai passar rápido – Ele prometeu.
Fingi não estar me importando e dei de ombros, bebendo o resto do vinho que havia em meu copo só de uma vez. suspirou, percebendo que eu estava fingindo para tentar amenizar a situação.
Ele empurrou seu prato, levantando-se. Ele ajoelhou-se ao meu lado e eu tentei encarar meu prato pra não ter que olhá-lo, apenas para que ele não visse que meus olhos estavam marejados.
- Olha pra mim, – Ele pediu. Neguei com a cabeça, pateticamente, deixando uma lágrima rolar. – ... – Ele murmurou, levantando-se de mal jeito e me abraçando de qualquer maneira.
Eu apertei-me contra os braços dele, tentando, de alguma maneira, esconder-me.
- Ah, , eu não devia ter te contado hoje - Ele murmurou - Eu estrago tudo.
Me retesei. Ele estava completamente errado, como ele podia estragar tudo?
- Estraga tudo? - Eu perguntei, abrindo meus braços e apontando para o jantar que ele preparou - Você só pode estar brincando!
Ele riu.
- Você podia ir comigo, se não fosse pra faculdade - Ele murmurou.
- Nós já conversamos sobre isso. - Eu emburrei.
Ele suspirou. Sim, haviamos conversado. Ele viveria o sonho dele e eu viveria o meu. E ele devia me apoiar tanto quanto eu o apoiava! Mas, não, ele estava tentando me convencer a me arrastar com ele pra todo lugar. Não que eu não quisesse, mas eu queria a minha vida, além de nós dois.
- Eu sei - Ele murmurou - Desculpe. Mas temos duas semanas antes da faculdade. Você podia ir com a gente ao menos na primeira semana. O que acha?
Eu sorri de lado, gostando da ideia. Ele já estava beijando meu pescoço para ajudar a me convencer.
- Talvez... - Eu sussurrei, a voz já saindo um pouco falha.
Ele murmurou algo que eu não entendi e se levantou em um pulo. Eu encarei-o meio chocada, com um 'ei, não estou pronta pra parar' escrito claramente em minha face.
- Você acabou de comer? - Ele perguntou.
Comida? Eu nem me lembrava dela. Olhei para o meu prato, metade do que eu havia colocado ainda estava lá, mas eu só pensava em comer outra coisa no momento. Sorri pra ele e neguei com a cabeça.
- Acabei - Disse
E, no segundo seguinte, eu já estava nos braços fortes dele. Eu não vi, realmente, quando ele passou a mão por debaixo do meu joelho e pelas minhas costas, me levantando, mas, assim que o fez, pus me a beijar seu pescoço cheiroso, sentindo que ele me arrastava para o quarto.
Com um susto, percebi que não era para o nosso quarto que ele estava me carregando. Ele parou em frente a porta do quarto de hospedes e eu parei de beijá-lo para olhá-lo inquisidoramente. Ele me olhava de maneira tão assustadoramente intensa que eu corei, ouvindo o rir. Ele beijou a linha da minha mandibula, empurrando a porta com o pé.
Da maneira que meu rosto estava - e os beijos de me obrigavam a estar assim, olhando para frente - eu pude ver o quarto, arregalando os olhos. A cama, de alguma forma, havia sumido. O quarto era todo velas, almofadas e algumas petalas de rosas, deixando o quarto com um cheiro enjoativamente doce.
Ok, eu não diria à que o cheiro estava me deixando enjoada, até porque ele ficaria chateado e o quarto estava tão maravilhosamente arrumado que eu não seria capaz a dar voz em um só defeito. Então, quase sem escolha, afundei meu rosto em seu pescoço, cheirando fortemente seu perfume.
Ele mordiscou minha orelha de leve, fazendo-me estremecer enquanto me deitava ao chão, encostando-me em uma das centenas almofadas que estavam espalhadas por ali.
- Gostou? - Ele perguntou.
Eu sorri lindamente, passando os braços por seu pescoço enquanto ele me olhava, aguardando uma resposta. Nervoso.
Ele ainda não havia aprendido ainda que eu gostava de qualquer merda que ele fazia?
- Eu não mereço você - Eu sussurrei - Você é perfeito demais.
Ele riu, beijando-me os lábios.
- Tão boba, tão boba - Ele sussurrou.
Não era como se nós ainda estivessemos prestando atenção em palavras.
, claramente querendo fazer isso a noite toda, passou a mão pela fenda do meu vestido, enfiando-a por debaixo de mim, na minha bunda. Senti que ele não a tiraria dali tão cedo.
Ele se afastou dos meus lábios, sorrindo de leve enquanto, com uma mão, abaixava meu vestido até a minha cintura, expondo metade da minha lingerie. Olhei pra ele, vendo o estremecer e passei minha mão por sua blusa, soltando os botões com a máxima rapidez com que eu conseguia.
curvou-se sobre mim, tentando se livrar do meu vestido, claramente incomodado com ele. Eu tentei não rir, empurrando-o para o lado e sentando-me, deslizando o vestido por minhas pernas.
Com um gemido rouco, ele voltou a mim, empurrando-me levemente para as almofadas, enquanto me beijava e traçava meu corpo por cima da lingerie com uma das mãos. Com a outra, ele puxava minha perna para tornear sua cintura, apertando minha coxa com vontade.
Gemi entre os beijos sedentos que ele me dava, sentindo sua excitação ser provocativamente posicionada entre minhas pernas enquanto ele puxava as cordinhas da minha lingerie com um sorriso safado.
- Eu tenho muito bom gosto - Ele disse, contente com si mesmo - Vou comprar um monte disso pra você, me deixa maluco!
Ele não estava fazendo muito sentido pra mim - achei que ele também não estivesse pensando muito bem no que dizia -, mas seu sorriso safado me obrigou a morder-lhe o lábio inferior e puxá-lo pra mim, fazendo gemer um pouco mais alto.
Cansei. Cansei mesmo. Ele estava me provocando a merda do dia inteiro com todo esse afastamento e mistério e depois um jantar maravilhoso pra que eu ficasse esperando ele tomar a iniciativa? Eu tinha três palavras pra isso: Não. Ia. Rolar.
Com um impulso, abri sua calça e puxei-a para baixo junto com a cueca sem nem pestanejar. riu enquanto eu beijava seu pescoço e tentava fazer sua calça sumir da minha frente para que as coisas fossem mais fáceis. Ele parecia não se importar.
Na verdade, ele estava realmente tentando entender como se abria minha lingerie, que ele mesmo havia comprado. Revirei os olhos e abri um botão na frente, a coisa mais óbvia e ele pareceu arfar. Não sei se foi de felicidade ou de encantamento.
Meus botões se abriram em um segundo. No seguinte, a boca dele estava em meus seios e ele gemia tanto quanto eu. Não entendi até que percebi que minha mão estava em seu pênis, acariciando-o. Oh, eu simplesmente não estava controlando meus movimentos.
soltou um gemido mais forte, beijando meus lábios e empurrando minha mão do seu sexo. Então, me penetrou.
Joguei minha cabeça pra trás enquanto ele se movimentava sobre mim, suas mãos sobre meus seios, apertando-os com tanta força que achei que deveria me machucar, mas eu só conseguia sentir prazer e prazer me envolvendo.
Meu corpo entortou-se enquanto ele se movimentava sobre mim e beijava-me. Eu não conseguia nem ao menos parar pra respirar. Então meu corpo estremeceu-se todo e com um gemido muito mais alto que o normal, eu relaxei, sentindo me seguir.
Ele me abraçou, a respiração descompassada e nós dois suados demais, jogando-se para o lado, sem tirar as mãos da minha cintura.
- Como vou ficar um mês sem você? - Ele se perguntou.
Eu também queria uma resposta a essa pergunta.


N/A: Eu, quando escrevi a primeira C.A.H., nunca ia imaginar que um dia eu estaria escrevendo a sétima. É, tenso. Fico assustada só de pensar que eu vou até a décima








+37 comentários

Thaize
noemail@intensedebate.com
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
AAAAAAA FALA S?RIO. QUE LINDO D: KKKKKK amo essa fic. awn
Selecionar comentário @SonhoComCanada
noemail@intensedebate.com
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
lindo lindo lindo !

Selecionar comentário Giny
noemail@intensedebate.com
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
UM M?S. eu n?o deixava n?ooo. nem pensar um m?s sem ele. mas n? fazer ooo queeee. bom ficou otima. estou amando a s?rie! :

Selecionar comentário Danielle Marqueswww
noemail@intensedebate.com
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
Ahhhhhhh esse homem precisa aparecer na minha vida…. ele ? perfeitoooooooo *-*

Selecionar comentário Juh Fletcher
noemail@intensedebate.com
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
AAAAh ameei..mt lindo *—* escreve mais. eu amo as suas fics *—*

Selecionar comentário @may_poynter
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
Continua plis :

Selecionar comentário Let?cia
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
eu preciso da C.A.H 8! cad?????

Selecionar comentário Diana
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
Li todas hoje! Gostei de mont?o. Continua pra nossa alegria! *-*

Selecionar comentário camila
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
amei.muito bom

Selecionar comentário Isabela
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
Manoooooooooooo. voc? s? me faz me apaixonar com essas C.A.H! Quando eu casar. vou ler C.A.H S? pra me inspirar! Tu n?o pode parar! s2s2s2s2s2

Selecionar comentário Carol
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
merece meesmo. infiinitas. infinitas. amoo. de mais essa serie. e perfeeeeeeeeeeeita. Parab?ens *———-*

Selecionar comentário Cris
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
amo demais essa s?rie *-* como sempre. perfeita. =D

Selecionar comentário Andrezza.
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
Nooossa. sempre soube que voc? era a melhor.quero dizer.cah 7 ?e ainda tem mais? Nooossa com toda certeza ? a melhor!

Selecionar comentário Andrezza.
noemail@intensedebate.com
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
Selecionar comentário Lu w.
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
Quando eu vi. nem aceditei! C.A.H 7! ?bviamente precisamos de mais continua?oes. muitas. muitas mais! Haha Parab?ns ?? :*

Selecionar comentário amyneto
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
aaaah. nem preciso dizer que sou viciada nas suas fics. certo? e a s?rie C.A.H ? maravilhosa *-* parabens
Selecionar comentário * PS. Quero a C.A.H
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
Eu vibrei quando vi C.A.H 7 na atualiza??o *o* Amei. chorei e ri nessa C.A.H. A parte dos guys tentando disfar?ar foi muito comica kkkk Enfim. AMO MUITO todas as C.A.H e com essa n?o ? diferente *-* Parab?ns! Beijocas

Selecionar comentário D?bora
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
At? a d?cima? Ah que fofo *-* amei. muito linda!

Selecionar comentário Mila
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
[AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA…AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA]QUE PERFEITO MEU GUY ?! *—————————-* Valeu a pena esperar meesmo! Adorei a att! :DD Essa s?rie ? muito peeerfeita! ?? S? nao demora tanto assim de novo pra continuar. por favor! Eu nao sei se vou sobreviver! huasheuhueh ?? Parab?ns. Leka! beeijos

Selecionar comentário Joyce
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
AAA valeu esperar tanto. amei amei e amei. to louca pra ver as outras 3 hehe voce ? a melhor *-*

Annie
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
AAAAAAAAAAAAAA perfeita *—* vai at? a d?cima ??! haha to esperando xxxxxxxx

Selecionar comentário Bah Sanches
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
Oh My Gosh!!! C.A.H 7!!!! Esperei tanto por esse momento t?o lindo *-* S?rio. a s?rie ta muito perfeita!!!! Att logo!!!! *-* Bxoxo s2 – T? me rasgando de curiosidade!!! +1

Selecionar comentário D Beij?o
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
eu n?o me importoe aposto que outras meninas tamb?m n?onem um pouco se voc? quiser ir at? a vig?sima OREIWUOIERWU sinta-se a vontade Leka

Selecionar comentário Dyh
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH PERFEITA CARA . O LINK DA LINGERIE N?O ABRIU. MAS TBM EU NEM QUERIA VER MESMO HGDZKGLSG IL

Selecionar comentário andrezza
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
AAAAAAAAAAAA QUE LINDA *-* KK quero continua??o
Selecionar comentário Liza
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
Eu simplesmente AMO C.A.H! Por favor continue escrevendo essa fic que ? maravilhosa.

Selecionar comentário Nanda
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
C.A.H at? 100!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Ai que fofo meu boffynho. fazendo surprise pra mim. quero saber qual ? logo. ein. Perfeita como sempre ?

Selecionar comentário pam f
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
amo cah *-*

Selecionar comentário Mille
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
[aaaaaaa] *-* muito boa. amei amei amei *-* Eu quero C.A.H. 8. t?? *00*

Selecionar comentário Camilawww
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
AAAAAH. atualiza por favooor!

Selecionar comentário juh
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
aai. quero a 8. t? muito curiosa!

Selecionar comentário line
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
sou super f? da s?rie C.A.H. adorei que vc ta escrevendo a 7. s? pra avisar. deu erro quando eu cliquei na lingerie. ela n?o apareceu. bjuss

Selecionar comentário Joyce
noemail@intensedebate.com
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
Ahh t? mto linda mesmo*-*Curiosidade me matando aki*.*

Selecionar comentário Gesi Underwear
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Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
ADORO ESSA SERIE!! ? tao fofaaaa!!! linda linda linda!!!

Selecionar comentário Leticia Bizzi
noemail@intensedebate.com
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! Esperei tanto por isso. anw *-* MAIS MAIS MAAAIS ~morrendo~

Selecionar comentário La Poynter
noemail@intensedebate.com
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
s? at? a d?cima ? : rs . mt linda . curiosa demais .

Selecionar comentário Giovannawww
noemail@intensedebate.com
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
C.A.H 7 nem acredito! *-* essa fic merece continua??es infinitas de t?o perfeita que ?